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Controle de Zoonoses

O Centro de Vigilância Ambiental (CVSA) orienta a população no cuidado com animais domésticos. Além disso, oferece serviços de controle das pragas urbanas e prevenção às doenças transmitidas por animais.

Centro de Vigilância em Saúde Ambiental

Elizabeth Nader

Um gato para adoção no Centro de Zoonoses

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) consiste em uma Unidade do sistema local de saúde, voltada à vigilância, prevenção e controle de zoonoses e de fatores ambientais que podem colocar em risco a saúde humana.

Esse serviço desenvolve um conjunto de ações que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, tais como a população de animais, vetores, reservatórios, hospedeiros e de fatores não biológicos do meio ambiente (água, ar e solo).

O principal objetivo do CVSA é executar ações dirigidas com o propósito de promover e proteger a saúde da população de Vitória, a partir da identificação, eliminação e/ou redução das situações ou dos fatores de risco associados à ocorrência de doenças e agravos, por meio dos seguintes serviços: Controle de Vetores (mosquitos), Controle de Animais Reservatórios (cães, gatos e morcegos), Controle de Roedores e Animais Sinantrópicos, Laboratório de Entomologia, Parasitologia, Micologia e Malacologia, Educação em Saúde Ambiental, Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, Vigilância da Qualidade do Ar e a Vigilância de Populações Expostas a Solos Contaminados.

A Equipe do CVSA é formada por biólogos, médicos veterinários, oceanógrafo, engenheiro, agentes de combate às endemias, agentes de saúde, auxiliares e técnicos de laboratório, dentre outros profissionais.

Serviços oferecidos

Onde fica

Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA)
Rua São Sebastião, S/N, Resistência - Ver no mapa
Horário de funcionamento: CVSA - de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas.
Visita ao canil e gatil - de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 11h30 e das 13 às 17 horas, exceto feriados.
 

Última atualização em 16/06/2017

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Moradores recebem orientação sobre cuidados e doenças transmitidas por animais

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza palestras e abordagens educativas para conscientização e orientação da população sobre doenças transmitidas por animais (zoonoses) e fatores do meio ambiente que colocam em risco a saúde humana Tais ações tem como objetivo divulgar informações que visem sensibilizar e mobilizar a sociedade.

Os trabalhos são realizados por meio de vistorias e ações realizadas em escolas, creches, instituições de ensino superior, terminais de ônibus, supermercados, locais de grande movimentação, feiras livres, semáforos, praças, eventos e etc, com o objetivo de diminuir os riscos à saúde da população.

São realizadas diversas atividades, tais como: exposição de maquete com diversos ambientes; abordagem, panfletagem e orientação no combate a dengue e outras zoonoses; apresentação de teatro de figurino e de fantoches; contação de estórias com a participação dos personagens interagindo com o público; atividades lúdicas como jogos educativos e brincadeiras para sensibilização quanto à gestão de resíduos e preservação do meio ambiente; pintura de rosto nas crianças; planejamento e execução de oficinas em geral (puffs com pneus, reciclados, etc.).

A população pode tirar dúvidas com a equipe do CVSA sobre guarda responsável e manejo de animais, cuidados básicos de cães e gatos, cuidados para evitar a proliferação de parasitas (pulgas e carrapatos), bem como sobre adequada conduta e manejo de cães e gatos e outros animais domésticos. Adotando medidas preventivas e de guarda responsável, evita-se acidentes à terceiros e à outros animais, assim como a proliferação indesejada de outros animais sinantrópicos no ambiente (pulgas, carrapatos, roedores).

Parceria com as comunidades

Para o sucesso das atividades de educação em saúde, é importante a integração entre o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) e as comunidades nas quais ele atua. Por isso, o serviço sempre trabalha em parceria com as empresas, sindicatos, escolas e associações de moradores, o que ajuda a diminuir as situações de risco.

Quem deseja solicitar orientações, visita técnica ou palestras em sua comunidade, escolas, empresa ou associação de moradores pode ligar para o Fala Vitória156.

Cuidados com cães e gatos

Cuidar de cães e gatos significa mantê-los em perfeitas condições de saúde e bem-estar, além de assumir total responsabilidade sobre os atos desses animais, evitando, assim, riscos ou incômodos às pessoas.

Os cães vivem de 12 a 15 anos, em média, dependendo do porte do animal. Os gatos podem viver até 19 anos. O responsável deve manter os cuidados com os bichos até o final da vida do animal.

Com a chegada do calor, é importante redobrar a atenção com os animais de estimação. Hirpertermia, infestações de ectoparasitas, picadas de mosquitos e pernilongos, viroses e doenças de pele são alguns dos problemas que acometem os animais nesse período.

Calor e chuva

Durante o verão também é mais comum a proliferação de pulgas e infestação por carrapatos. Especialistas indicam que, durante a estação, os banhos devem ser menos frequentes, pois diminuem o período de ação da maioria dos produtos usados no controle dos ectoparasitas. Neste caso, manter a pelagem do animal curta ajuda a ver possíveis parasitas.

O período de chuvas também aumenta a incidência de leptospirose, doença transmitida pela urina de ratos disseminada por enxurradas e alagamentos. Para prevenir essa virose, o animal deve ser vacinado regularmente. Animais que vivem em casa devem ter cuidados redobrados, por exemplo, no caso de roedores que podem transitar em busca de restos de alimentos, rações e mesmo fezes dos animais.

O câncer de pele é outra preocupação. Cães e gatos que têm a pele muito clara – ou rosada – quando submetidos à exposição ao sol também podem desenvolver sarcoma, que geralmente ocorre nas áreas sem pelo.

Alimentação

Há, no mercado, uma variedade muito grande de rações apropriadas para cada espécie e para a faixa etária do animal. Filhotes precisam se alimentar várias vezes ao dia em pequenas porções. Um cão na fase adulta deve ser alimentado duas vezes ao dia.

Higiene

Para cães é recomendado um banho a cada 15 dias com sabonete ou xampu apropriados para animais. Em gatos, o intervalo entre banhos pode ser maior. Em ambos os casos, o banho deve ser dado em dias de sol, nas horas mais quentes, secando-se bem o animal depois de limpo.

Vacinação

Além da vacinação anual contra a raiva, existem vacinas contra doenças específicas de cães e gatos que devem ser aplicadas pelo veterinário, de acordo com esquema sugerido abaixo:

Cães

45 dias - 1ª dose da V8 (protege contra oito doenças) ou V10 (protege contra 10 doenças)
66 dias - reforço da V8 ou V10
96 dias - reforço da V8 ou V10
90 dias - vacina contra a raiva

Gatos

60 dias - 1ª dose da tríplice ou quádrupla felina
90 dias - reforço da tríplice ou quádrupla felina
90 dias - vacina contra a raiva

Atenção: Todas essas vacinas devem ser reforçadas anualmente.

Critérios para recolhimento

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) é a unidade do sistema municipal de saúde responsável pela vigilância e controle de zoonoses e outros agravos que causem risco à saúde humana. Dessa forma, o recolhimento de animais, e consequentemente a guarda e responsabilidade sobre eles, somente é realizado com base no risco à saúde pública e quando verificado o risco sobre a segurança das pessoas ou de outros animais.

Sendo assim, são situações passíveis de recolhimento de cães e gatos pelo CVSA: animais atropelados (por serem suspeitos de doença neurológica, como a raiva); animais que manifestam comportamento agressivo sem estímulo aparente; fêmeas no cio (por estimular o comportamento agressivo entre machos); fêmeas com filhotes que estejam agressivas em função da ninhada e coloquem em risco a população do entorno.

O serviço de recolhimento de animais é realizado todos os dias, incluindo finais de semana e feriados.

Última atualização em 16/06/2017

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Análises de laboratório ajudam a controlar zoonoses

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) conta com um laboratório, que é utilizado para as análises necessárias ao controle de doenças transmitidas ao homem pelos animais. Além de examinar amostras de mosquitos e caramujos, o Centro realiza o monitoramento da presença de parasitas e fungos em areias existentes em praias, praças, parques e outros espaços públicos da capital. O monitoramento realizado pelo CVSA auxilia nas atividades de vigilância, norteando os trabalhos de manutenção e limpeza desses espaços, realizados pelas Secretarias de Meio Ambiente e Educação.

A população também pode solicitar vistorias, análises e informações sobre o monitoramento, por meio do Fala Vitória 156. O serviço é prestado de segunda a sexta, das 7 às 16 horas, exceto feriados.

Análise de areias - Vigilância Parasitológica e Micológica

O monitoramento das areias é realizado a cada seis meses, nas praias e em todos os estabelecimentos públicos que possuem caixas com o material, como praças, parques e escolas. São mais de 200 pontos sob observação. Quando há contaminação da areia em EMEFs e CMEIs por parasitas e fungos causadores de doenças, a interdição desses locais pode ser feita pela Vigilância Sanitária Municipal.

Identificação relativa à fauna de vetores (insetos) - Vigilância Entomológica

Amostras de mosquitos são coletadas pelas equipes de Agente de Combate às Endemias e pela equipe de controle de mosquito em áreas públicas durante atividades de rotina, bloqueio de casos notificados e outras atividades que envolvam controle desses vetores. As amostras são identificadas pela Equipe do Laboratório do CVSA. Também são identificadas amostras colhidas diariamente em armadilhas luminosas, distribuídas em todo município. Além dessas ações, periodicamente são feitas capturas noturnas para mapeamento das espécies de mosquitos no município.

Com a identificação das espécies coletadas, é possível definir as medidas de intervenção junto às comunidades a partir do que se conhece sobre a biologia dos mosquitos (principais criadouros, período de maior proliferação etc.), sua distribuição e seu comportamento (período de atividade hematofágica e preferência quanto a fonte de sangue) e sua capacidade de transmitir agentes causadores de doenças. Essas informações são importantes para um controle efetivo dos mosquitos e vigilância das doenças transmitidas por eles, bem como para devida orientação à sociedade.

Análise de caramujos - Vigilância Malacológica

A coleta de caramujo é realizada anualmente em todas as coleções hídricas cadastradas no município (lagoas, charcos, nascentes, chafariz, córregos, valas etc.). As espécies são identificadas pelo laboratório do CVSA, onde também é determinada a taxa de infecção pelo Schistosoma mansoni, agente causador da esquistossomose, por meio da pesquisa de cercárias (larvas). Esse serviço tem como objetivo avaliar o risco de transmissão de esquistossomose no município de Vitória.

Última atualização em 16/06/2017

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Animais sinantrópicos são controlados pelo município

Elizabeth Nader

Desratização

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza atividades de controle de animais que causam risco à saúde humana por meio de acidentes ou transmissão de zoonoses. Esses animais se adaptaram às transformações do ambiente promovidas pelo homem e, por isso, vivem nas cidades, sendo conhecidos como animais sinantrópicos. É a situação de abelhas, vespas, aranhas, carrapatos, pulgas, escorpiões, lacraias, mosquitos, pombos, ratos, taturanas, caramujos, dentre outros.

São frequentes os problemas relacionados a esses animais. Muitos deles podem causar doenças ou agravos por contato direto (caramujo, pombos, ratos, taturanas) ou por meio de picadas (mosquitos, carrapatos, pulgas). Outros são peçonhentos, podendo causar sérios danos à saúde (aranhas, vespas, abelhas, escorpiões).

Serviços

Confira os serviços que podem ser solicitados pelo Fala Vitória 156. O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 7 às 16 horas, exceto feriados. Situações específicas podem ser atendidas em feriados ou aossábados.

  • Controle químico de vetores (pulgas e carrapatos) em vias públicas e em imóveis quando a situação representar risco à saúde pública;
  • Controle químico de animais sinantrópicos (baratas, formigas e cupins) nas Unidades de Saúde do município;
  • Controle químico do caramujo africano (Achatinafulicanas áreas públicas da cidade em imóveis quandosituação representar risco à saúde pública;
  • Controle químico de animais peçonhentos (vespas, escorpiões, aranhas) em áreas públicas e em imóveis quando a situação representar risco à saúde pública;
  • Orientação e informações para a sociedade sobre os cuidados com aranhas e escorpiões;
  • Remoção de colmeias de abelhas (realizada por meio de empresa especializada);
  • Orientação e informações para a sociedade sobre métodos de barreira para controle de pombos;
  • Desratização de Unidades de Saúde e de vias públicas e imóveis para bloqueios de casos de leptospirose.
  • Visitas domiciliares dos Agentes de Combate às Endemias para controle químico e orientação para enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti.
  • Aplicação espacial de inseticida (“fumacê portátil”) nos imóveis para controle da transmissão das doenças Dengue, Zika e Chikungunya;
  • Aplicação espacial de inseticida acoplado a veículo (“carro fumacê”) nas vias públicas de bairros e regiões com maior infestação de mosquito ou maior incidência de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Última atualização em 16/06/2017

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Raiva animal e raiva humana: como prevenir

Elizabeth Nader

Mulher segurando cachorro para o profissional aplicar a vacina

Apesar de estar controlada no município de Vitória, a raiva é uma doença bastante perigosa. Quando contamina o homem, o vírus quase sempre leva a pessoa à morte. Por esse motivo, as ações desenvolvidas pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) no controle da doença dão ênfase à prevenção.

As atividades visam a educar os moradores acerca da importância da vacinação anual de cães e gatos e a orientá-los sobre como agir corretamente nos casos de agressão por animais domésticos ou silvestres (principalmente morcegos).

Um dos serviços realizados pelo CVSA é o controle dos males transmitidos por cães e gatos, sobretudo a raiva urbana. Para isso, os animais agressores são observados durante o período de 10 dias, para verificar se estes são suspeitos de estarem com a doença.

Cuidados com morcegos

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) atende solicitações da população para identificação de possíveis abrigos de morcegos e orienta sobre como desalojar esses animais de imóveis e residências, bem como sobre os cuidados quanto ao controle, contato ou presença de morcegos. Também são recolhidos animais que agrediram pessoas ou que estejam debilitados, mortos ou em situação suspeita que represente risco para a saúde humana.

O recolhimento é feito tanto dentro de imóveis quanto em locais públicos, tais como praças, ruas e jardins. Os animais recolhidos são encaminhados para exame de laboratório, para investigação sobre a presença do vírus da raiva.

Os morcegos são mamíferos voadores comuns no ambiente urbano. Sendo assim, é comum que haja vestígio da presença desses animais. Em função da sua importância biológica, são protegidos por Lei Federal e a erradicação destes não é permitida, exceto no caso de morcegos hematófagos (que se alimentem de sangue) que estejam atacando pessoas, situação que não há registro em Vitória.

Apesar de serem comuns, o contato com morcegos pode ser perigoso, pois eles podem transmitir o vírus da raiva para seres humanos, cães e gatos, doença grave e letal em 100% dos casos.

Sendo assim, orientamos que caso tenha QUALQUER TIPO DE CONTATO com morcego ou caso SUSPEITE que tenha tido contato (por exemplo, acordar com o animal em cima da cama ou no quarto), procure IMEDIATAMENTE a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa.

Caso encontre algum morcego vivo ou morto, em situação anormal (por exemplo caído no chão, em vias públicas, pendurados em janelas, cortinas, em cima da cama, à luz do dia, que adentrem residências etc), NÃO TOQUE no animal e ligue imediatamente para o telefone 156, solicitando o recolhimento. Se possível, capture o animal SEM TOCÁ-LO utilizando panos, caixas de papel, baldes ou mantendo-o preso em ambiente fechado até que o animal seja recolhido pela equipe do Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ).

Para residências próximas das árvores com frutos, flores ou de áreas de vegetação mais densa, orientamos que a árvore seja podada (ou que seja feita a solicitação de poda) bem como que as janelas sejam protegidas por telas, para evitar a entrada desses animais nas residências.

A vacinação de cães e gatos contra a raiva é a principal medida de prevenção da doença e deve ser feita todo o ano. A vacina é gratuita e está disponível no Centro de Vigilância em Saúde Ambiental - CVSA) - endereço: Rua São Sebastião, S/N, bairro Resistência.

Veja

Última atualização em 16/06/2017

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Mosquitos: controle ajuda a reduzir incidência de doenças e incômodos

Os mosquitos são vetores potenciais de diversas doenças e se reproduzem por meio da deposição de ovos em locais com água acumulada. Em função das características do ambiente urbano, a cidade dispõe de muitos depósitos que podem acumular água e se tornar criadouros de mosquitos, sejam eles naturais (valas, charcos e outros alagados) ou artificiais (caixas de passagem, fossas, fosso de elevadores, vaso sanitário, calhas, ralos, materiais descartáveis, pratos, vasos, pisos, lajes, marquises, bueiros, pneus, garrafas, etc).

Por isso, o monitoramento e controle desses insetos é uma atividade imprescindível para reduzir o risco da população adquirir doenças importantes ou sofrer com o incômodo das picadas e das atividades de repasto das fêmeas aladas (especialmente na hora de dormir).

Controle da Dengue, Zika e Chikungunya

Para controle do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, as Diretrizes Nacionais do Ministério da Saúde preconizam a realização de visitas a cada imóvel do município, seja ele residencial, comercial, lote ou terreno. Em Vitória, são realizados ao menos 04 ciclos de visita, com intervalo entre uma visita e outra de três meses.

Essa atividade é realizada pelo Agente de Combate às Endemias (ACE), que exerce a função uniformizado, identificado e portando bolsa de campo com identificação da Prefeitura de Vitória. Na visita, o Agente orienta os proprietários de imóveis sobre as medidas corretivas e preventivas para evitar a proliferação de mosquitos, elimina criadouros e, quando não é possível a eliminação, realiza aplicação de larvicidas químico para impedir que as larvas se desenvolvem em mosquitos adultos, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde.

O morador ou proprietário de imóvel em Vitória que não tenha recebido uma visita do agente nos últimos 03 (três) meses pode solicitar a visita domiciliar mediante agendamento pelo Telefone 156. Por esse telefone também podem ser feitas denúncias de situações de risco para proliferação de mosquitos, as quais são verificadas pelas equipes de Agentes de Endemias.

Infestação de mosquitos

Além do controle do Aedes aegypti, o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza um conjunto de ações de monitoramento e controle de mosquitos de diversas espécies, para fins de minimizar os incômodos causados por eles e o risco de transmissão de doenças.

Esse controle é realizado nas áreas públicas do município sujeitas ao acúmulo de água e em criadouros com maior concentração de matéria orgânica, tais como bueiros, bocas-de-lobo, poços de vistoria da rede pluvial, galerias, charcos, alagados e valas. Para avaliar a qualidade das ações e a infestação de mosquitos, são monitoradas diariamente armadilhas luminosas para captura de mosquitos adultos, distribuídas em todas as Regiões de Saúde de Vitória.

Carro Fumacê

A aplicação espacial de inseticida (conhecida como "carro fumacê") é utilizada para controle da população de mosquitos adultos, em situações de alta infestação e onde há surtos e epidemias de doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue, zika e chikungunya. Essa técnica não é utilizada na rotina das atividades, e sim somente em situações em que se fazem necessários adoção de medidas de controle mais eficazes em curto espaço de tempo para diminuir a população de mosquitos adultos, em função do grande incômodo ou risco de se aumentar o número de casos de doenças transmitidas por eles.

Os critérios utilizados para uso da estratégia envolvem a incidência de casos notificados de dengue, zika e chikungunya, número de mosquitos capturados nas armadilhas de monitoramento e reclamações recebidas de munícipes. O morador de Vitória que se sinta incomodado com a presença de mosquitos pode solicitar o serviço pelo Telefone 156. As reclamações recebidas auxiliam a equipe técnica a estabelecer prioridades para atendimento com o serviço.

Serviços realizados

  • Visita a todos os imóveis do município por meio dos Agentes de Combate às Endemias, em pelo menos 04 ciclos anuais;
  • Monitoramento semanal de 37 estações de captura de mosquitos adultos por meio de armadilhas luminosas, distribuídas em todo município; 
  • Vistoria e tratamento semanal de bueiros com larvicida biológico; 
  • Vistoria e tratamento mensal de valas, charcos e alagados, com larvicida biológico;
  • Tratamento espacial com inseticida (“fumacê”) para bloqueio de casos notificados de doenças, como a dengue, zika e chikungunya;
  • Tratamento espacial com inseticida para controle de infestação de mosquitos, identificadas pelo monitoramento das armadilhas e reclamações recebidas pelo SIC-156;
  • Ações educativas e de sensibilização realizadas pela equipe de Educação em Saúde, abordando o controle de mosquitos, a dengue e outros cuidados sanitários.

Última atualização em 16/06/2017

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Água para consumo tem qualidade monitorada

Samira Gasparini

Criança bebendo água

O Serviço Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiágua) é desenvolvido pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ), o qual coleta amostras de água para consumo humano, a fim de monitorar a qualidade da água tratada que é fornecida pela concessionária (no caso, a CESAN).

São analisados os parâmetros de potabilidade para consumo humano, conforme estabelece a Portaria MS N° 2914/2011 (residual de cloro, pH, turbidez, fluoreto, presença de coliformes totais e E. coli - o que indica contaminação da água por fezes). No caso, mensalmente são coletadas amostras de água recebidas direto da rede de abastecimento (“água da rua”) em vários estabelecimentos públicos de interesse a saúde (Unidades de Saúde, CMEIs, EMEFs, Hospitais) e coleta de água nos dois rios que abastecem o município (Rio Jucu e Rio Santa Maria) para determinação da concentração de cianobatérias (microorganismos que quando presentes na água representam risco à saúde).

Caso não esteja dentro das normas, a água de fornecida pode ser a origem de algumas enfermidades causadas por bactérias, vírus, protozoários, helmintos ou até mesmo substâncias químicas.

Principais ações desenvolvidas

  • Acompanhamento da qualidade da água distribuída dentro de escolas do município: as unidades de ensino são responsáveis pela limpeza semestral e análise bacteriológica da água de seus reservatórios. O CVSA avalia os resultados desses exames;
  • Análises mensais na rede de distribuição da concessionária de abastecimento de água: a intenção é acompanhar a qualidade da água que é fornecida à população da cidade;
  • Coletas mensais de água dos rios Santa Maria e Jucu: as coletas permitem analisar a presença de cianobactérias e verificar se a ocorrência desses organismos está nos níveis exigidos pela legislação.

Os critérios para a análise da adequação da água de consumo humano são definidos em legislação pela Portaria 2914/2011, do Ministério da Saúde. Ela estabelece normas e critérios para que os responsáveis pela distribuição de água tratada garantam a sua potabilidade. Define também as ações a serem executadas pelo setor municipal de saúde.

Cuidados com a água

As pessoas também podem contribuir para que a água chegue as suas residências em condições adequadas. Veja algumas atitudes importantes:

  • Providencie distâncias seguras entre as tubulações de água e de esgoto;
  • Troque as tubulações quando houver rachaduras;
  • Realize a limpeza semestral da caixa d'água das habitações.

Última atualização em 16/06/2017

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Precaução com as pessoas expostas a solos contaminados

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza o serviço de Vigilância da Saúde de Populações Expostas a Solos Contaminados (Vigisolo). São realizadas ações de vigilância com a finalidade de conhecer, detectar e controlar os fatores ambientais de risco. O Vigisolo identifica e faz o mapeamento e o georreferenciamento dos solos contaminados e também da população envolvida.

Áreas monitoradas

  • Postos de combustível e serviços;
  • Área de Disposição Final de Resíduos Urbanos (Aterro Sanitário).

Contaminação do solo

A contaminação do solo geralmente é causada pelo desenvolvimento desordenado das cidades. Os elevados consumo e descarte de mercadorias envolvendo, por exemplo, materiais orgânicos, produtos químicos e metais pesados geram impacto ambiental. Quando não há destinação adequada, até mesmo o solo pode ser prejudicado.

Última atualização em 21/07/2014

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Chegada do inverno pede cuidados com doenças respiratórias

Carlos Antolini

Pessoa lavando as mãos

A chegada do inverno deixa as pessoas mais expostas a doenças provocadas por bactérias e vírus, que se proliferam com rapidez e trazem consigo o aumento da incidência de gripe, alergia respiratória, pneumonia, otite, resfriado, sinusite e asma. Veja a diferença entre gripe e resfriado.

Em decorrência da mudança brusca de temperatura, da baixa umidade do ar e do aumento da poeira da poluição, os processos irritativos das vias aéreas superiores e a reativação de processos crônicos respiratórios, como bronquites e asma, surgem com maior frequência.

O frio não é o único responsável pelo agravamento das doenças respiratórias. As mudanças de hábito decorrentes da chegada do inverno também colaboram para prejudicar a saúde do indivíduo, pois, nesse período as pessoas tendem a ficar em locais fechados, sem muita ventilação, aglomeram-se mais e gastam mais energia para manter a temperatura do corpo.

Estudos mostram que em 86% do tempo as pessoas ficam em ambientes fechados, seja no ônibus, na escola, no trabalho ou no shopping. A aglomeração de pessoas nesses tipos de ambiente favorece a transmissão de vírus e bactérias, um dos principais agentes responsáveis pelas doenças de inverno.

As doenças respiratórias também interferem no desempenho profissional e contribuem para o aumento dos casos de absenteísmo (falta ao trabalho) e presenteísmo, ou seja, o profissional está presente no trabalho, mas sua produtividade sofre uma redução de 30% a 70%, pelo mal-estar gerado pela doença. Além disso, algumas dessas doenças como a gripe e a conjuntivite são altamente contagiosas e, por isso, acometem vários trabalhadores, interferindo na produtividade das empresas.

Os "vilões" das doenças respiratórias

Dois fatores são apontados quando se fala em problemas respiratórios. Um deles é o condicionador de ar, presente na maioria dos ambientes de trabalho e de lazer. Na opinião de Paulo Azevedo, especialista em Medicina do Trabalho, esses aparelhos são preparados para trazer conforto térmico, mas podem contribuir para causar doenças se houver falhas em sua manutenção e higienização. Ocorrendo esse tipo de falha, pode haver a proliferação de cultura com vírus de espécie rara e altamente agressivo, acarretando pneumonias de difícil tratamento e controle.

Outra questão é a automedicação e, nesse ponto, o pneumologista Ricardo Tardelli faz um alerta, dizendo que é comum o uso indiscriminado de medicamentos antigripais, que contêm em sua fórmula antialérgicos, que provocam sonolência, e o ácido acetil salicílico, que pode causar irritação gástrica.

Medidas preventivas

Nas épocas mais frias do ano, alguns cuidados preventivos são importantes para defender o organismo destes males.

O simples ato de lavar as mãos com um sabonete antisséptico reduz a possibilidade de contrair doenças como a gripe ou a conjuntivite, que geralmente são responsáveis pela ocorrência de surtos. No caso da gripe, uma forma de prevenção se dá pela vacinação anual, das faixas etárias mais vulneráveis.

Quanto aos resfriados, deve-se evitar aglomerações, deixar as janelas abertas para a circulação do ar, evitar fumar e permanecer em ambiente contaminado pela fumaça do cigarro, que irrita as vias respiratórias, facilitando as infecções virais e bacterianas.

Também é possível melhorar as defesas do corpo com uma alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes, e a ingestão de bastante líquido.

Outra recomendação importante é manter a casa e os ambientes (inclusive o do trabalho) livres de poeira e sujeira, para evitar o agravamento de doenças simples, como a rinite e a sinusite, e as mãos limpas para evitar o contágio de doenças.

No ambiente de trabalho ou em locais onde as pessoas passam muito tempo juntas, lavar as mãos deve ser uma prática constante. Algumas pequenas mudanças na rotina podem colaborar para a saúde de sua família e das pessoas com quem convivem diariamente.

Última atualização em 21/07/2014

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Centro de Vigilância em Saúde tem serviço para enfrentar roedores

Elizabeth Nader

Desratização

O combate aos roedores é um dos serviços realizados pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA). Os ratos podem transmitir várias doenças ao homem, entre elas, leptospirose, peste bubônica, tifo murino, salmoneloses e febre da mordedura.

Os acidentes causados pela mordida desses animais são mais frequentes do que se imagina. Por isso, as pessoas devem ficar atentas aos seguintes sinais, que podem ser indicativos de infestação:

  • Fezes: é um dos melhores indícios da infestação de ratos
  • Tocas: encontradas no solo, nos muros, entre plantas. Normalmente, significam uma proliferação de ratazanas
  • Trilhas: a aparência é de um caminho bem batido, com até oito centímetros de largura, encontradas nas proximidades de muros e paredes, atrás de materiais empilhados, sob tábuas e em áreas gramadas
  • Roeduras: ratos roem materiais, como madeira, cabos de fiação elétrica e embalagens de alimentos, para gastar sua dentição e a fim de transpor barreiras que dificultam o alcance dos alimentos
  • Manchas de gordura: são deixadas em locais por onde os animais passam constantemente, a exemplo das paredes e vigas

Como evitar a presença dos ratos?

Para prevenir a proliferação de roedores, pode-se adotar um conjunto de medidas denominadas de antirratização. São elas:

  • Não jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios
  • Colocar o lixo em sacos plásticos, em latas com tampas apropriadamente fechadas e limpas periodicamente, de preferência sobre estrado
  • Dispor o lixo na rua somente uma hora antes da passagem do caminhão de lixo
  • Acondicionar alimentos sempre em recipientes bem fechados
  • Inspecionar periódica e cuidadosamente caixas de papelão, caixotes, a parte posterior de armários, gavetas e todo tipo de material que adentre ao ambiente e possa servir de transporte ou abrigo de camundongos
  • Vedar frestas ou vãos que possam servir de porta de entrada para os ratos
  • Instalar telas com menos de 1 cm de vão de diâmetro, grelhas, ralos do tipo "abre-fecha", sacos de areia ou outros artifícios que impeçam a entrada desses animais através de ralos, encanamentos ou outros orifícios
  • Não acumular entulho ou materiais inservíveis nas residências, quintais e terrenos baldios
  • Manter limpos e murados os terrenos baldios
  • Manter limpas as instalações de animais domésticos
  • Não deixar água e restos de alimentos de cães e gatos durante a noite nos quintais e residências

Espécies de ratos

Existem três espécies de ratos que são considerados sinantrópicos, ou seja, vivem próximo ao homem: ratazana de esgoto, rato de telhado e o camundongo.

A ratazana vive cerca de dois anos;  o rato de telhado, 18 meses; e o camundongo, cerca de um ano. Podem se reproduzir a partir do terceiro mês de vida. O período de gestação é, em média, de 19 a 22 dias, e o número de filhotes por cria é de cinco a 12.

Última atualização em 21/07/2014

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PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA
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