Prefeitura de Vitória

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Controle de Zoonoses

O Centro de Vigilância Ambiental (CVSA) orienta a população no cuidado com animais domésticos. Além disso, oferece serviços de controle das pragas urbanas e prevenção às doenças transmitidas por animais.

Centro de Vigilância em Saúde Ambiental

Elizabeth Nader

Um gato para adoção no Centro de Zoonoses

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) é um serviço da Secretaria de Saúde de Vitória que realiza ações de prevenção e controle de doenças causadas ou transmitidas por animais. O CVSA também atua na promoção da saúde e educação da população, orientando os moradores sobre o que são as zoonoses e as formas de evitá-las.

As ações vão desde a visitação de moradias para o combate de vetores ao controle da qualidade da areia de parques e praças. Também são realizadas atividades de educação em saúde para os moradores da cidade, como palestras em escolas e associações de moradores.





Serviços oferecidos

Onde fica

Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA)
Rua São Sebastião, 99, Resistência - Ver no mapa
Horário de funcionamento: CVSA - de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas.
Canil - de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 11h30 e das 13 às 17 horas.
 

Última atualização em 22/02/2017

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Moradores recebem orientação sobre doenças transmitidas por animais

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza atividades voltadas à promoção da saúde no município e à conscientização dos moradores. Por meio de palestras, apresentação de teatro, contação de histórias, jogos educativos, exposição de maquete, abordagens com carro de som e distribuição de folders em terminais de ônibus, supermercados, ruas, feiras livres, semáforos e praças, a equipe trabalha na difusão de informações que visam a sensibilizar e mobilizar a sociedade para as questões que envolvem doenças causadas ou transmitidas por animais.

Seis agentes também trabalham na formação de multiplicadores em saúde. Dessa forma, alunos e professores das escolas municipais, lideranças comunitárias, entre outros, recebem capacitação a fim de estimular e monitorar a saúde nos seus locais de atuação, a exemplo de escolas, Organizações Não Governamentais (ONGs) e comunidades.

Parceria com as comunidades

Para o sucesso das atividades de educação em saúde, é importante a integração entre o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) e as comunidades nas quais ele atua. Por isso, o serviço sempre trabalha em parceria com as empresas, sindicatos, escolas e moradores, o que ajuda a diminuir as situações de risco.

As atividades desenvolvidas pela equipe de Educação em Saúde do CVSA atendem, em média, 8.000 pessoas por mês. Quem deseja solicitar palestras em sua comunidade ou agendar visita de orientação em escolas, empresas ou associações pode ligar para o Fala Vitória 156. O serviço funciona de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

Última atualização em 21/07/2014

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Análises de laboratório ajudam a controlar zoonoses

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) conta com um laboratório, que é utilizado para as análises necessárias ao controle de doenças transmitidas ao homem pelos animais. Além de examinar amostras de mosquitos e caramujos, o Centro realiza o monitoramento de areias existentes em praças, parques e outros espaços da capital. Esses estudos auxiliam o CVSA nas atividades de vigilância.

Análise de areias - Vigilância Parasitológica

O monitoramento das areias é realizado a cada seis meses, nas praias e em todos os estabelecimentos que possuem caixas com o material, como praças, quadras, parques, clubes, escolas públicas e particulares, condomínios. São mais de 200 pontos sob observação. Quando há necessidade, a interdição desses locais é feita pela Vigilância Sanitária Municipal.

Os responsáveis pelos estabelecimentos e o restante da população também podem solicitar vistorias. O pedido é feito por meio do Fala Vitória 156, que atende de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

Identificação relativa à fauna de vetores (insetos) - Vigilância Entomológica

As amostras de mosquitos são colhidas pela equipes de combate à dengue e pela equipe de controle de mosquito durante atividades de rotina, bloqueio de focos e mutirão de controle de vetores. Também são identificadas amostras colhidas em armadilhas luminosas do tipo New Jersey e CDC, além da contagem de ovos recolhidas em ovitrampas (armadilha para captura de ovos de mosquitos instaladas em pontos estratégicos). Além disso, são feitas capturas noturnas para a vigilância da malária.

Com a identificação das espécies colhidas, é possível conhecer a biologia (principais criadouros, período de maior proliferação etc.), sua distribuição e seu comportamento (período de atividade hematofágica e preferência quanto a fonte de sangue) e sua capacidade de transmitir agentes causadores de doenças. Essas informações são importantes para um controle efetivo dos mosquitos.

Os resultados do trabalho assim como as orientações sobre como combater esses insetos e controlar a dengue são divulgados para a sociedade e auxiliam no planejamento e execução de ações.

Periodicidade do monitoramento
  • New Jersey: diário
  • CDC: bimestral
  • Criadouro Sentinela: semanal
  • Ovitrampas: quinzenal
  • Capturas Noturnas: semestral

Análise de caramujos - Vigilância Malacológica

A colheita de caramujo é realizada três vezes ao ano em todas as 89 coleções hídricas cadastradas (lagoas, charcos, nascentes, chafariz, córregos, valas etc.). As espécies são identificadas pelo laboratório do CVSA, onde também é determinada a taxa de infecção pelo Schistosoma mansoni, agente causador da esquistossomose, por meio da pesquisa de cercárias (larvas). Esse serviço tem como objetivo avaliar o risco de transmissão de esquistossomose no município de Vitória.

Última atualização em 21/07/2014

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Pragas urbanas são combatidas pelo município

Elizabeth Nader

Desratização

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza atividades de controle de animais que se adaptaram às transformações do ambiente promovidas pelo homem e que, por isso, vivem nas cidades. É a situação de abelhas, vespas, aranhas, baratas, carrapatos, pulgas, escorpiões, formigas, lacraias, serpentes, morcegos, moscas, mosquitos, pombos, ratos, taturanas e caramujos.

São frequentes os problemas relacionados a esses animais. Muitos deles podem causar doenças por contato direto (caramujo, morcegos, pombos, ratos, baratas) ou por meio de picadas (mosquitos, carrapatos, pulgas). Outros são peçonhentos, podendo causar sérios danos à saúde (serpentes, aranhas, vespas, abelhas e escorpiões). Além disso, é possível que afetem a saúde de outros animais que habitam a área urbana.

Serviços

Confira os serviços que podem ser solicitados pelo Fala Vitória 156. O atendimento é realizado de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

  • Controle químico de vetores (pulgas e carrapatos) em vias públicas;
  • Controle químico de animais sinantrópicos (baratas, formigas e cupins) em todas as escolas, unidades de saúde e imóveis públicos do município;
  • Controle químico do caramujo africano (Achatina fulica) nas áreas públicas da cidade;
  • Controle químico de animais peçonhentos (vespas) em órgãos públicos;
  • Orientação e informações para a sociedade sobre os cuidados com aranhas e escorpiões;
  • Remoção de serpentes em locais com risco de acidente;
  • Remoção de colmeias em órgãos públicos (realizada por meio de contrato terceirizado);
  • Orientação e informações para a sociedade sobre métodos de barreira para controle de pombos;
  • Desratização de todas as vias públicas do município (bueiros e tocas), escolas municipais, unidades de saúde e outros órgãos públicos.

Última atualização em 28/03/2014

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Raiva animal e raiva humana: como prevenir

Elizabeth Nader

Mulher segurando cachorro para o profissional aplicar a vacina

Apesar de estar controlada no município de Vitória, a raiva é uma doença bastante perigosa. Quando contamina o homem, o vírus quase sempre leva a pessoa à morte. Por esse motivo, as ações desenvolvidas pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) no controle da doença dão ênfase à prevenção.

As atividades visam a educar os moradores acerca da importância da vacinação anual de cães e gatos e a orientá-los sobre como agir corretamente nos casos de agressão por animais domésticos ou silvestres (principalmente morcegos).

Um dos serviços realizados pelo CVSA é o controle dos males transmitidos por cães e gatos, sobretudo a raiva urbana. Para isso, os animais agressores são observados para verificar a existência da doença. Outras atribuições são a retirada de animas de grande porte das vias públicas, quando há risco à população, e também a realização de campanhas dirigidas aos habitantes da cidade para despertar a consciência dos responsáveis por animais domésticos ou de tração.

Serviços oferecidos

Podem ser acionados pelo Fala Vitória 156, os serviços relacionados abaixo, com exceção da vacinação antirrábica. O atendimento pelo 156 é de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

  • Monitoramento epidemiológico da raiva animal;
  • Controle e orientações sobre quirópteros (morcegos);
  • Observação clínica de animais agressores;
  • Campanha anual de vacinação antirrábica de cães e gatos;
  • Vacinação antirrábica em posto fixo permanente (somente no CVSA);
  • Campanhas educativas sobre posse responsável de animais;
  • Adoção de cães e gatos esterilizados e vacinados;
  • Esterilização cirúrgica de cães e gatos para moradores de Vitória.

Veja

Última atualização em 21/07/2014

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Mosquito: controle ajuda a reduzir incidência de viroses

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza um conjunto de ações de cadastramento, monitoramento e controle de todos os criadouros de mosquito da capital.

Os mosquitos são vetores potenciais de diversas doenças. A cidade possui muitos criadouros naturais (valas, charcos e outros) e artificiais (caixas de passagem, fossas, fosso de elevadores, calhas, ralos, materiais descartáveis, pratos, vasos, bueiros etc).

Por isso, o monitoramento e controle desses insetos é uma atividade imprescindível para reduzir o risco da população adquirir viroses importantes, como é o caso da dengue. Centro de Vigilância em Saúde Ambiental realiza uma série de serviços, que podem ser solicitados por meio do Fala Vitória 156, cujo atendimento funciona de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

Serviços realizados

  • Visita a todos os imóveis do município por meio dos agentes ambientais. Aproximadamente 200 agentes realizam seis ciclos anuais de visitas;
  • Monitoramento semanal (progressivo) de 89 estações de captura de mosquitos adultos por meio de armadilhas CDC, na região continental, e monitoramento diário com 35 armadilhas do tipo New Jersey, distribuídas em bairros do município;
  • Vistoria e tratamento semanal de todos os bueiros do município (22.804) com larvicida biológico;
  • Vistoria e tratamento mensal de 1.000 metros lineares de valas e 25.000m² de charcos do município;
  • Atendimentos a 600 reclamações avulsas e periódicas nas obras do município, vistoriadas quinzenalmente;
  • Tratamento espacial com termonebulizador (fumacê), com vistoria prévia para busca de criadouros de mosquitos;
  • Tratamento espacial com equipamentos de Ultra Baixo Volume (pulverização) no arredor de residências com casos notificados de dengue;
  • Ações educativas e de sensibilização realizadas pela equipe de educação em saúde, abordando o  controle de mosquitos, a dengue e outros cuidados sanitários;
  • Monitoramento/tratamento semanal de 26 criadouros dos mosquistos Aedes taeniorhynchus e scapularis na ilha de Vitória e na região continental;
  • Monitoramento mensal de toda a área da Infraero com busca, cadastramento e tratamento de criadouros de mosquitos.

Última atualização em 21/07/2014

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Ar de Vitória é acompanhado pelo serviço de saúde municipal

Vigilância em Saúde Relacionada à Qualidade do Ar (Vigiar) é o serviço do Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) que faz o monitoramento da qualidade do ar em Vitória e das populações com maior risco de desenvolver problemas de saúde causados por poluição atmosférica.

Serviços

O Vigiar promove ações para minimizar efeitos prejudiciais da poluição atmosférica, define as áreas de atenção ambiental atmosférica e realiza o biomonitoramento da poluição nesses locais. Além disso, mantém parceria com a Atenção em Saúde e a Vigilância Epidemiológica para atividades de redução dos impactos à saúde, sobretudo nos grupos mais suscetíveis (idosos e crianças), expostos a poluentes. O serviço realiza ainda a divulgação de informações sobre a relação entre a qualidade do ar e a saúde.

Para medir o efeito da poluição nas populações monitoradas, o Vigiar utiliza principalmente dois indicadores: prevalência de asma em crianças (com duas faixas etárias - menores de cinco anos e de cinco a 13 anos) e a prevalência de hipertensão em adultos acima de 60 anos.

Biomonitoramento

O biomonitoramento é realizado por meio do plantio da Tradescantia pallida nas áreas a serem avaliadas. Depois de um período de exposição, os poluentes se depositam na planta, o que permite uma identificação precisa e detalhada de quais são as principais fontes de poluição da localidade (industrial, veicular, entre outras).

A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, com a parceria da Universidade de São Paulo (USP). Onze unidades de saúde fazem parte da rede de biomonitoramento da poluição do ar.

Última atualização em 21/07/2014

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Água para consumo tem qualidade monitorada

Samira Gasparini

Criança bebendo água

O serviço Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiágua) é desenvolvido pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA), que coleta, analisa e divulga informações sobre a qualidade da água de abastecimento de Vitória. Com esse monitoramento, verifica-se a adequação do produto distribuído pela empresa concessionária e avalia-se também se há algum risco à saúde dos moradores.

Caso não esteja dentro das normas, a água de abastecimento pode ser a origem de algumas enfermidades causadas por bactérias, vírus, protozoários, helmintos ou até mesmo substâncias químicas.

Principais ações desenvolvidas

  • Acompanhamento da qualidade da água distribuída dentro de escolas do município: as unidades de ensino são responsáveis pela limpeza semestral e análise bacteriológica da água de seus reservatórios. O CVSA avalia os resultados desses exames;
  • Análises mensais na rede de distribuição da concessionária de abastecimento de água: a intenção é acompanhar a qualidade do produto que é distribuído à população da cidade;
  • Coletas mensais de água dos rios Santa Maria e Jucu: as coletas permitem analisar a presença de cianobactérias (bactérias de água doce) e verificar se a ocorrência desses organismos está nos níveis exigidos pela legislação.

Os critérios para a análise da adequação da água de abastecimento são definidos em legislação pela Portaria 518/04, do Ministério da Saúde. Ela estabelece normas e critérios para que os responsáveis pela distribuição de água tratada garantam a sua potabilidade. Define também as ações a serem executadas pelo setor municipal de saúde.

Cuidados com a água

As pessoas também podem contribuir para que a água chegue as suas residências em condições adequadas. Veja algumas atitudes importantes:

  • Providencie distâncias seguras entre as tubulações de água e de esgoto;
  • Troque as tubulações quando houver rachaduras;
  • Realize a limpeza semestral da caixa d'água das habitações.

Última atualização em 21/07/2014

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Precaução com as pessoas expostas a solos contaminados

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) realiza o serviço de Vigilância da Saúde de Populações Expostas a Solos Contaminados (Vigisolo). São realizadas ações de vigilância com a finalidade de conhecer, detectar e controlar os fatores ambientais de risco. O Vigisolo identifica e faz o mapeamento e o georreferenciamento dos solos contaminados e também da população envolvida.

Áreas monitoradas

  • Postos de combustível e serviços;
  • Área de Disposição Final de Resíduos Urbanos (Aterro Sanitário).

Contaminação do solo

A contaminação do solo geralmente é causada pelo desenvolvimento desordenado das cidades. Os elevados consumo e descarte de mercadorias envolvendo, por exemplo, materiais orgânicos, produtos químicos e metais pesados geram impacto ambiental. Quando não há destinação adequada, até mesmo o solo pode ser prejudicado.

Última atualização em 21/07/2014

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Chegada do inverno pede cuidados com doenças respiratórias

Carlos Antolini

Pessoa lavando as mãos

A chegada do inverno deixa as pessoas mais expostas a doenças provocadas por bactérias e vírus, que se proliferam com rapidez e trazem consigo o aumento da incidência de gripe, alergia respiratória, pneumonia, otite, resfriado, sinusite e asma. Veja a diferença entre gripe e resfriado.

Em decorrência da mudança brusca de temperatura, da baixa umidade do ar e do aumento da poeira da poluição, os processos irritativos das vias aéreas superiores e a reativação de processos crônicos respiratórios, como bronquites e asma, surgem com maior frequência.

O frio não é o único responsável pelo agravamento das doenças respiratórias. As mudanças de hábito decorrentes da chegada do inverno também colaboram para prejudicar a saúde do indivíduo, pois, nesse período as pessoas tendem a ficar em locais fechados, sem muita ventilação, aglomeram-se mais e gastam mais energia para manter a temperatura do corpo.

Estudos mostram que em 86% do tempo as pessoas ficam em ambientes fechados, seja no ônibus, na escola, no trabalho ou no shopping. A aglomeração de pessoas nesses tipos de ambiente favorece a transmissão de vírus e bactérias, um dos principais agentes responsáveis pelas doenças de inverno.

As doenças respiratórias também interferem no desempenho profissional e contribuem para o aumento dos casos de absenteísmo (falta ao trabalho) e presenteísmo, ou seja, o profissional está presente no trabalho, mas sua produtividade sofre uma redução de 30% a 70%, pelo mal-estar gerado pela doença. Além disso, algumas dessas doenças como a gripe e a conjuntivite são altamente contagiosas e, por isso, acometem vários trabalhadores, interferindo na produtividade das empresas.

Os "vilões" das doenças respiratórias

Dois fatores são apontados quando se fala em problemas respiratórios. Um deles é o condicionador de ar, presente na maioria dos ambientes de trabalho e de lazer. Na opinião de Paulo Azevedo, especialista em Medicina do Trabalho, esses aparelhos são preparados para trazer conforto térmico, mas podem contribuir para causar doenças se houver falhas em sua manutenção e higienização. Ocorrendo esse tipo de falha, pode haver a proliferação de cultura com vírus de espécie rara e altamente agressivo, acarretando pneumonias de difícil tratamento e controle.

Outra questão é a automedicação e, nesse ponto, o pneumologista Ricardo Tardelli faz um alerta, dizendo que é comum o uso indiscriminado de medicamentos antigripais, que contêm em sua fórmula antialérgicos, que provocam sonolência, e o ácido acetil salicílico, que pode causar irritação gástrica.

Medidas preventivas

Nas épocas mais frias do ano, alguns cuidados preventivos são importantes para defender o organismo destes males.

O simples ato de lavar as mãos com um sabonete antisséptico reduz a possibilidade de contrair doenças como a gripe ou a conjuntivite, que geralmente são responsáveis pela ocorrência de surtos. No caso da gripe, uma forma de prevenção se dá pela vacinação anual, das faixas etárias mais vulneráveis.

Quanto aos resfriados, deve-se evitar aglomerações, deixar as janelas abertas para a circulação do ar, evitar fumar e permanecer em ambiente contaminado pela fumaça do cigarro, que irrita as vias respiratórias, facilitando as infecções virais e bacterianas.

Também é possível melhorar as defesas do corpo com uma alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes, e a ingestão de bastante líquido.

Outra recomendação importante é manter a casa e os ambientes (inclusive o do trabalho) livres de poeira e sujeira, para evitar o agravamento de doenças simples, como a rinite e a sinusite, e as mãos limpas para evitar o contágio de doenças.

No ambiente de trabalho ou em locais onde as pessoas passam muito tempo juntas, lavar as mãos deve ser uma prática constante. Algumas pequenas mudanças na rotina podem colaborar para a saúde de sua família e das pessoas com quem convivem diariamente.

Última atualização em 21/07/2014

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Centro de Vigilância em Saúde tem serviço para enfrentar roedores

Elizabeth Nader

Desratização

O combate aos roedores é um dos serviços realizados pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA). Os ratos podem transmitir várias doenças ao homem, entre elas, leptospirose, peste bubônica, tifo murino, salmoneloses e febre da mordedura.

Os acidentes causados pela mordida desses animais são mais frequentes do que se imagina. Por isso, as pessoas devem ficar atentas aos seguintes sinais, que podem ser indicativos de infestação:

  • Fezes: é um dos melhores indícios da infestação de ratos
  • Tocas: encontradas no solo, nos muros, entre plantas. Normalmente, significam uma proliferação de ratazanas
  • Trilhas: a aparência é de um caminho bem batido, com até oito centímetros de largura, encontradas nas proximidades de muros e paredes, atrás de materiais empilhados, sob tábuas e em áreas gramadas
  • Roeduras: ratos roem materiais, como madeira, cabos de fiação elétrica e embalagens de alimentos, para gastar sua dentição e a fim de transpor barreiras que dificultam o alcance dos alimentos
  • Manchas de gordura: são deixadas em locais por onde os animais passam constantemente, a exemplo das paredes e vigas

Como evitar a presença dos ratos?

Para prevenir a proliferação de roedores, pode-se adotar um conjunto de medidas denominadas de antirratização. São elas:

  • Não jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios
  • Colocar o lixo em sacos plásticos, em latas com tampas apropriadamente fechadas e limpas periodicamente, de preferência sobre estrado
  • Dispor o lixo na rua somente uma hora antes da passagem do caminhão de lixo
  • Acondicionar alimentos sempre em recipientes bem fechados
  • Inspecionar periódica e cuidadosamente caixas de papelão, caixotes, a parte posterior de armários, gavetas e todo tipo de material que adentre ao ambiente e possa servir de transporte ou abrigo de camundongos
  • Vedar frestas ou vãos que possam servir de porta de entrada para os ratos
  • Instalar telas com menos de 1 cm de vão de diâmetro, grelhas, ralos do tipo "abre-fecha", sacos de areia ou outros artifícios que impeçam a entrada desses animais através de ralos, encanamentos ou outros orifícios
  • Não acumular entulho ou materiais inservíveis nas residências, quintais e terrenos baldios
  • Manter limpos e murados os terrenos baldios
  • Manter limpas as instalações de animais domésticos
  • Não deixar água e restos de alimentos de cães e gatos durante a noite nos quintais e residências

Espécies de ratos

Existem três espécies de ratos que são considerados sinantrópicos, ou seja, vivem próximo ao homem: ratazana de esgoto, rato de telhado e o camundongo.

A ratazana vive cerca de dois anos;  o rato de telhado, 18 meses; e o camundongo, cerca de um ano. Podem se reproduzir a partir do terceiro mês de vida. O período de gestação é, em média, de 19 a 22 dias, e o número de filhotes por cria é de cinco a 12.

Última atualização em 21/07/2014

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Telefone: (27) 3382-6000

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