Seminário Compartilhando Vivências realizado pela rede socioassistencia de Vitória.
Trocar experiências, compartilhar conhecimentos e fortalecer práticas de atendimento à pessoa com deficiência. Com esse propósito, a rede socioassistencial do Território Continental de Vitória realiza, nesta sexta-feira (2), o seminário "Compartilhando Vivências". O encontro acontece das 8 às 17 horas, na Rede Abba, em Goiabeiras, e reúne profissionais para um dia de diálogo e reflexão sobre as práticas desenvolvidas nos serviços.
A programação busca aproximar os diferentes serviços da rede socioassistencial, ampliar conhecimentos e fortalecer a atuação conjunta dos profissionais. A iniciativa também pretende contribuir para o desenvolvimento de práticas cada vez mais inclusivas, acolhedoras e humanizadas no atendimento à população.
Troca de experiências
De acordo com a coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Continental, Tatiane Soprani, o seminário representa uma oportunidade de alinhar as ações desenvolvidas no dia a dia ao compromisso de proteger e acolher a população do território.
A coordenadora do Centro de Convivência de Maria Ortiz, Wesleandra Bassani, destaca que o encontro contribui para a troca de conhecimentos e para o fortalecimento de práticas inclusivas e humanizadas nos serviços. "O seminário 'Compartilhando Vivências' é uma iniciativa que promove a troca de conhecimentos e fortalece a construção de práticas inclusivas, acolhedoras e humanizadas para nossos atendidos", afirmou.
Fortalecimento da rede
Para a gerente de Atenção à Família, Daniela Colatto, a realização de ações integradas pelos serviços que compõem a rede socioassistencial do território fortalece a rede de proteção e contribui para o desenvolvimento de metodologias voltadas à garantia de direitos e ao acompanhamento humanizado.
A secretária de Assistência Social, Carla Scardua, ressalta que iniciativas como o seminário reforçam o compromisso do município com o aprimoramento contínuo dos serviços públicos e com a garantia de direitos. "É também uma forma de reafirmar o papel fundamental da rede socioassistencial na garantia de direitos e na construção de uma sociedade que acolhe, respeita e protege as diferenças", destacou.