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Guard-rail será instalado na avenida Beira-Mar para proteger pedestres

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Por Marcus Monteiro (mmonteiroeira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Deyvison Longui


Fernanda Neves Gomes
Curva do Saldanha
O trecho da avenida Beira-Mar onde será instalado o guard-rail conta com sinalização de limite de velocidade e placas de alerta para a curva

A Prefeitura de Vitória decidiu instalar, provisoriamente, um guard-rail no trecho da avenida Beira-Mar onde, na manhã desta terça-feira (15), ocorreu um acidente automobilístico. Um jornalista também caiu na baía de Vitória, após encostar no guarda-corpo quando acompanhava o resgate do casal que sofreu o acidente de carro.

Segundo o secretário de Obras, Paulo Maurício Ferrari, as causas do primeiro acidente não tem nenhuma relação com o fato de as obras de recuperação da calçada terem sido interrompidas faltando 400 metros para sua conclusão. "O local é sinalizado com placas de advertência e de alerta de curva perigosa e de limite de velocidade", ressaltou.

Quando ao acidente envolvendo o repórter, o secretário explicou que o local está sinalizado como determina a legislação. "A mureta está em estado precário de conservação. Todo o trecho onde a mureta está quebrada nós sinalizamos com telas de proteção laranja. Inclusive o local onde houve a queda está sinalizado", enfatizou, Paulo Maurício.

A reforma do calçadão da Beira-Mar foi iniciada no dia 29 de janeiro de 2008, com extensão total de 1.300 metros. O trecho foi do Aquaviário, no Centro, até as proximidades da antiga sede do Saldanha da Gama, no Forte São João, e foi subdividido em setores que foram reformados, um de cada vez, para não atrapalhar o trânsito e os pedestres. O investimento inicial era de R$ 2,2 milhões e passou para R$3,1 milhões.

Samira Gasparini
Curva Cesar Helal com Avenida Vitória
A curva da César Hilal com a avenida Vitória conta com guard-rail para proteção dos pedestres, semelhante ao que será instalado na Beira-Mar

Na época, o secretário Municipal de Obras, Paulo Maurício Ferrari, explicou que a erosão provocou danos de grande porte na estrutura, daí a necessidade de reforma do muro de contenção. Foi realizada uma inspeção visual pelo mar onde ficou constatada que a força das marés rompeu as fundações do muro de contenção em diversos trechos, removendo o aterro da calçada.

Interferências como a rede de água da 800 milímetros da Cesan reduziram o ritmo da obra e aumentaram o custo inicial de R$ 2,2 milhões para R$ 4,6 milhões. Ficou decidido então que a obra seria feita em duas etapas.

A primeira etapa foi encerrada com 900 metros de obras concluídas ao custo de R$ 3,1 milhões. A segunda etapa, de 400 metros, está orçada em R$ 1,5 milhão, e deverá durar cinco meses após nova licitação, com início das obras previsto para abril de 2010.