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PAs de Vitória realizam atendimentos com base na classificação de risco

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Por Giovana Rebuli Santos (girsantoseira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes

Com a colaboração de José Carlos


  • Saúde e bem-estar

Foto Divulgação
Fachada do Pronto Atendimento de São Pedro
Fachada do Pronto Atendimento de São Pedro.

Em Vitória, os Prontos Atendimentos (PAs) utilizam um protocolo especialmente desenvolvido para o fluxo de atendimento dos pacientes que chegam ao local, definido de acordo com a gravidade dos casos. Por meio desse sistema, os pacientes são classificados logo na chegada com base na gravidade dos sintomas, o que garante prioridade imediata aos casos mais urgentes.

Dessa forma, o atendimento nos PAs não segue a ordem de chegada dos pacientes, mas sim a prioridade clínica de cada um. Essa medida permite que situações mais graves sejam atendidas com mais rapidez, garantindo segurança e organização no fluxo das unidades.

Com isso, o tempo de espera pode ser diferente entre os pacientes, ou seja, uma pessoa que chegou depois da outra pode ser atendida primeiro, caso ela apresente um quadro clínico que exija atenção imediata.

Após a classificação de risco, o paciente passa pela avaliação médica a fim de receber os encaminhamentos mais adequados. Dependendo do caso, ele pode receber alta com orientações, realizar exames, receber medicamentos, permanecer em observação ou ser encaminhado para outro serviço da rede de saúde.

A pulseira indica a prioridade

Após a classificação de risco, o paciente recebe uma pulseira que indica pela cor a gravidade da sua situação clínica e orienta a equipe quanto à urgência do atendimento:

- Vermelho - Emergência: atendimento imediato.
- Laranja - Muito urgente.
- Amarelo - Urgente.
- Verde - Pouco urgente
- Azul - Não urgente

A gerente assistencial do PA de São Pedro, Ruth de Araújo Santos, explica que essa classificação adota como referência o Protocolo de Manchester, um sistema que se adapta à dinâmica de atendimentos da unidade e prioriza a chegada de pacientes em situação de maior gravidade.

"A classificação de risco é uma ferramenta fundamental para garantir segurança e organizar o fluxo segundo a necessidade de cada paciente. É importante que a população compreenda que a prioridade não é definida pela ordem de chegada, mas pela gravidade identificada pela equipe. Nosso objetivo é garantir que cada pessoa receba o cuidado adequado, no momento certo", explica Ruth.