Vivência "Tapete Sensorial Afetivo - A Cobra Não Tem Pé" desenvolvida com crianças do Cmei Sinclair Phillips.
O chão do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Sinclair Phillips, no bairro Caratoíra, se transformou em um grande convite à descoberta. Em uma atividade cheia de cores, texturas e música, as crianças do Grupo Inicial participaram da vivência "Tapete Sensorial Afetivo - A Cobra Não Tem Pé", que uniu arte, musicalização e muita imaginação.
As professoras responsáveis pelo trabalho e artes e musicalização do Cmei criaram um tapete sensorial em formato de cobra, confeccionado com diversos materiais, como tecidos, lixa, feltro e esponjas, para estimular diferentes sensações ao toque.
Ao som da divertida canção "A Cobra Não Tem Pé", as crianças foram convidadas a explorar o "corpo da cobra" de várias maneiras: engatinhando, tocando, percorrendo o tapete e acompanhando o ritmo da música com o corpo. Cada movimento se transformou em uma nova descoberta, misturando som, brincadeira e exploração sensorial.
Foto Divulgação
Vivência "Tapete Sensorial Afetivo - A Cobra Não Tem Pé" desenvolvida com crianças do Cmei Sinclair Phillips.
A experiência dialoga com o projeto institucional "Raízes que nos formam: o Cmei, seu território e sua gente", que valoriza o espaço escolar como um lugar de pertencimento, descobertas e convivência. Ao explorar o tapete-cobra no chão da sala, os pequenos puderam reconhecer o Cmei como um ambiente seguro para brincar, movimentar o corpo e fortalecer vínculos com colegas e educadores.
"Além de proporcionar momentos de alegria e interação, a atividade contribuiu para o desenvolvimento da coordenação motora, a exploração sensorial e corporal e o fortalecimento das relações afetivas dentro da escola", destacou a diretora Ana Luisa Abreu.
A vivência foi realizada com o Grupo Inicial, com a dinamização da professora de Arte Lumara Ribeiro, articulação de Silvia Araújo e o apoio das assistentes Mariana Gonçalves e Cristina Pereira, além das professoras regentes Leticia Dematté e Fernanda Souza que mostraram, na prática, como aprender também pode ser uma grande aventura de brincar, sentir e descobrir.
"Transformamos o chão da sala em um espaço de descobertas, em que as crianças aprendem arte com o corpo e com as sensações", destacou a professora Lumara.