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Acusado de violência doméstica na Serra é preso pela Guarda de Vitória

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Por Glacieri Carraretto (gcpereiraeira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes


  • Parcerias e meios de implementação

Acusado de descumprir a medida protetiva que o proibia de se aproximar da ex-esposa, um jovem, de 28 anos, foi detido pela Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV), no início da noite de quarta-feira (25), em Jardim da Penha. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Justiça em razão do descumprimento, por ameaça e ainda por invadir a casa da vítima.

As equipes de patrulhamento da Guarda de Vitória foram acionadas após informações repassadas pela Gerência de Inteligência e da Central de Monitoramento da corporação sobre a circulação do suspeito na capital.

"Ele foi abordado na Rua Maria Leonor Pereira após estacionar uma motocicleta. Não esboçou qualquer reação, recebeu a voz de prisão e foi conduzido para a delegacia. O mandado de prisão havia sido expedido há pouco mais de 20 dias. Isso mostra que a Guarda de Vitória está atenta a colaborar para que pessoas que infringem a lei cumpram as ordens da Justiça", informou o guarda municipal Silva Neto.

A ordem de prisão foi expedida no último dia 11 de fevereiro pela 6ª Vara Criminal de Serra. Nele, o pedido de prisão preventiva do indivíduo veio em razão dele descumprir a ordem de manter distância de pelo menos 200 metros da ex-esposa, além de invadir a casa dela e também ameaçá-la.

Apesar de ser uma ação recente, o detido já havia respondido outro processo por agressão em 2021. No ano anterior, uma mulher procurou um posto da Polícia Militar na Serra e disse ter sido agredida e ameaçada com uma faca por ele. Na época, ela foi levada para uma unidade de saúde e o suspeito não foi localizado.

Ele foi apresentado pela Guarda de Vitória à autoridade competente na Delegacia Regional de Vitória. Vale lembrar que a capital está com registro histórico de 628 dias (um ano e oito meses) sem casos de feminicídio. "É uma conquista que requer atenção e empenho não apenas da Guarda de Vitória, mas de todo o equipamento público de proteção e prevenção à violência contra mulher. Precisamos enquanto sociedade parar de violentar moral, psicológica, patrimonial, sexual e fisicamente nós, mulheres, para que não haja mais vítimas e morte", enfatizou a gerente de Proteção Comunitária e comandante interina da Guarda de Vitória, Jacimara Camponez.